'Provavelmente, é manhã enquanto lês mas eu digo... boa noite!
Boa noite porque é com as luzes que tenho emolduradas nas minhas janelas (e que centram este, estes 'pensamentos que rasgam a distância' e me aproximam de ti) que voo em raio de luar para te acarinhar.
Como se o meu inconsciente adormecido aprendesse a arte de te apaziguar o sono mais conturbado
e a minha mente possuisse as asas de um anjo para procurar a tua... no meio do nada tudo, e ao te encontrar sorrisse
Como se o meu olhar te visse sob o encontro das pálpebras
e a minha pele sentisse o calor pelo teu produzido
Como se as minhas palavras fluissem sem serem ditas
e as ouvisses nas correntes de ar que de mim entram e saem a cada ciclo respiratório
Como se as fluências cósmicas (e cibernéticas) me estivessem a conceder mais um 'Olá! Bom dia!'.'
sexta-feira, 12 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Cilíndro
E... volta e meia a parede teima em produzir o exsudado viscoso que impede a escalada.
E... por asco, dor e exaustão o controlador reprime-se.
E... no acenar da negação, tilita a massa encefálica.
E... a dor é choro que satura o ar.
E... a saturação é humidade que potencia a viscosidade.
E... o fundo é escuro e frio... paralisante!
E... por asco, dor e exaustão o controlador reprime-se.
E... no acenar da negação, tilita a massa encefálica.
E... a dor é choro que satura o ar.
E... a saturação é humidade que potencia a viscosidade.
E... o fundo é escuro e frio... paralisante!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
nEUra!!!
É a pergunta que me ocorre no final de um dia em que fiz tudo contra vontade...a começar por me levantar da cama.
Poderia reflectir e chegar à conclusão que a culpa é só minha, porque teimo em consumir-me, diluir-me no extrínseco e pura e simplesmente pairar no meu nada quando para ele me volto.
Seja.
Admito: quero o que não tenho e não valorizo o que tenho; e ao sabê-lo sem o saber mudar sozinha, vivo em conflito comigo, encruzilhando-me numa perspectiva de infelicidade. (que assim tão dramática não é fora destes dias de neura!)
Where is my mind?
Poderia reflectir e chegar à conclusão que a culpa é só minha, porque teimo em consumir-me, diluir-me no extrínseco e pura e simplesmente pairar no meu nada quando para ele me volto.
Seja.
Admito: quero o que não tenho e não valorizo o que tenho; e ao sabê-lo sem o saber mudar sozinha, vivo em conflito comigo, encruzilhando-me numa perspectiva de infelicidade. (que assim tão dramática não é fora destes dias de neura!)
Where is my mind?
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Pagar em amor?
Às vezes não sei se as minhas fasquias são alcançáveis nem se, um dia, vou aprender a olhar para a metade cheia da garrafa!...
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