quarta-feira, 11 de março de 2009

Chegaram as andorinhas!
Hoje de manhã, enquanto tomava o meu pequeno almoço, dei por elas a esvoaçar em frente à minha janela na sua chilreante azáfama de primavera.
Não só elas a anunciam mas também o Sol que não se tem privado de brilhar e nos relembrar os dias longos e a vida cíclica em que rodopiamos.
Rodopiares sempre excêntricos e imprevisíveis... incontroláveis. Sabê-lo e depois assimilá-lo em harmonia, resistindo ao impulso de 'irracionalizar' explodindo em dogmas de género, talvez seja um passo a caminho do Nirvana.

sábado, 7 de março de 2009

bye bye Zezi'

Quando os sorrisos são interrompidos pelo milissegundo que altera para sempre o perspirar da vida, reconhecemos o toque pesado da efemeridade. À força, sem piedade e sem 'para depois'... fica então um estranho frio bafiento, uma penumbra... a sensação de vazio, de silêncio. Nasce a recordação.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Great...

Para pular e dançar...
Have fun!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dois sentidos opostos podem rumar para a convergência e talvez seja esta a almejada conclusão da vida vivida! Sem a perceber, ler ou interpretar... sem a atingir, quantas vezes lhe viramos costas e dela nos afastamos? É então, que experienciamos o esgar frio e cortante de uma apneia imposta que nos cega os sentidos.
Mas ao recuperar o volume corrente sorrimos de calma e crescemos na nova predisposição. Sorrimos a um, a dois... numa beleza sempre inaugural.

Esta é uma música que, para mim, dança na genialidade da complementaridade por isso, aqui fica...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

As bolas coloridas da mente pululam em rodopiares sinusoidiais que multiplicam os segundos em primórdios de vida... na vida que nos banha os sentidos e nos presenteia de ar, água e terra.
Na vida que de nós é preenchida enquanto o relógio avança, enquanto o sono é vencido, enquanto os ciclos cardíacos batem e batem e batem e batem...e a mistura invisível de atmosfera terráquea entra, dança e sái, entra, dança e sái.
Sái depois de ter dançado, não obstante sono, ciclo ou pulo!
Querendo sempre mais...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Um dia de chuva sob sol, uma estrada longa e sempre desconhecida... o caminho de ida com a particularidade da memória.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Há alturas em que preferia realidades ilusórias que não me confrontassem com as dores... as dores dos que perdem, as dores da incapacidade para ditar sempre os finais felizes, a dor daquele que se apercebe da não perenidade do dia, da vida...