domingo, 13 de abril de 2008

soldier of love

o que somos todos nós senão um pouco mais de muito... de nada. Um talvez em remissão intemporal. Uma pestana que vai caindo sem tocar chão.

Smile

Para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti, para ti e... para ti que estranhaste a ausência do meu sorriso.p.s.: e também para a minha amiga Mari G. que adora esta ;)

sábado, 5 de abril de 2008

Pausa no 'diário de viagem'...

...porque, ao cabo de muito tempo parece que a minha 'interioridade' envia sinais de
vida (de novo). Basicamente, é o saldo de um período pouco motivante em que só as relações pessoais e novas partilhas tornam os dias mais toleráveis.
Porque há alturas em que os estados de não vida-não morte se engrandecem e nos sugam para dimensões previamente inexistentes...
Porque damos por nós automatizados, incapazes e sem forças para sorrir...
Porque o Sol que brilha no céu notificando para o fim (intervalo no) do Inverno sobe e desce sem que ilumine o dia interior...
Porque a monstruosidade que emerge é auto-mutilante e a 'burrice' emocional delapida os motivos de tolerância...
Pausa. Pauso. Não morro, nem vivo.

sábado, 22 de março de 2008

A vulnerabilidade humana...a minha

A força cósmica da mochila nos meus ombros não é o seu peso real mas sim o pesar do pensamento da solidão. Sozinha, perdida, caminhante sem identidade, uma cara, um corpo, um nada, um ninguém que passa.
in Diário de Viagem, parte IV

sexta-feira, 21 de março de 2008

Queria fechar os olhos, dirigir a cara para o céu azul, para o sol fulgurante, abrir os braços de par em par e sentir a frescura, uma qualquer frescura a bater em salvas na minha pele banhando-me a alma de luz.

sábado, 15 de março de 2008

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Privilégio da minha segurança, dos meus recantos

O rapaz do museu.
O silêncio, a paz, a calma, o encontro com a Penha - mais perto do céu.
A capela dos paços dos Duques.
A esperança de mudança em V. Real.
O choque com a (na) pousada.
O sonho com jacuzzi e roupões de banho aquecidos e perfumados.
As saudades daquilo de que se foge.
As saudades das pessoas.
As saudades da Lisboa cosmopolita, da Lisboa luminosa, da Lisboa castiça e augusta.
O sonho com o...
O medo de perder, perder-me a mim.
Mais do que nunca sinto fugir...