Após 10 longas semanas (intercaladas com "rituais Mayas") pensava que iria pular e ultrapassar esta etapa sem olhar para trás, mas... confesso que uma nostalgia me assola quando penso que não repetirei o caminho matinal rumo ao HCC, rumo ao K!
Fecho os olhos e iluminam-se imagens de sorriso e azáfama, enquadrados pelo acenar sincero da Szt, sempre presente, sempre acarinhada; a calma do "chefe" IAC que nos contrabalançava os stresses...
Trago um coração cheio de emoções e vivências que, por incrível que pareça, lamento não continuar.
Foi o estar lá, o querer sair, a alegria, a dor...tudo o que nos faz crescer. Foi o experimentar estreante de comunicações inesperadas, não preparadas que me deram a sentir na pele, no coração, na alma, nos olhos, nas lágrimas o que, no passado, era uma ficção fascinante mas longínqua do "ser médica".
quarta-feira, 16 de maio de 2007
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Serenata monumental...
Há ocasiões que fazem mais sentido e só são completas se os "se" o não fossem...
Assim sendo, daqui levanto armas contra os "se" que neste momento perturbam mentes (as minhas "mentes-metades").
Meus mosketeiros:
Ontem, os meus pensamentos encontraram o frio deixado pela vossa ausência.
Hoje, não posso deixar de vos relembrar...
"Marinheiro de água doce
Onde foste marear
Quem me dera a mim que fosse
Nas ondas do meu olhar
Pudesse eu partir contigo
Ser gaivota ou lua cheia
Ser o teu porto de abrigo
Ou a tua Dulcineia
Mas coração de marujo
É do tamanho do mundo
Quem nele procura refúgio
Cai num abismo profundo
Ama sem cor, sem idade
Nos quatro cantos da vida
Escravo da liberdade
Se chega está de partida
Tem no sangue maresia
Na alma tem maré cheia
Dorme com a fantasia
Faz amor com as sereias
Foi poeta tanta vez
Tem nisso muita vaidade
Porque só em português
Há a palavra saudade"
Assim sendo, daqui levanto armas contra os "se" que neste momento perturbam mentes (as minhas "mentes-metades").
Meus mosketeiros:
Ontem, os meus pensamentos encontraram o frio deixado pela vossa ausência.
Hoje, não posso deixar de vos relembrar...
"Marinheiro de água doce
Onde foste marear
Quem me dera a mim que fosse
Nas ondas do meu olhar
Pudesse eu partir contigo
Ser gaivota ou lua cheia
Ser o teu porto de abrigo
Ou a tua Dulcineia
Mas coração de marujo
É do tamanho do mundo
Quem nele procura refúgio
Cai num abismo profundo
Ama sem cor, sem idade
Nos quatro cantos da vida
Escravo da liberdade
Se chega está de partida
Tem no sangue maresia
Na alma tem maré cheia
Dorme com a fantasia
Faz amor com as sereias
Foi poeta tanta vez
Tem nisso muita vaidade
Porque só em português
Há a palavra saudade"
domingo, 6 de maio de 2007
Amarelo(s)
A queimar horas em trip cibernética... reparo no reflexo de uma t-shirt larga semi-coberta por ícones de um grunge interior. A mente, há minutos uni-centrada, depara-se agora com vertentes idiossincráticas...exteriores, duais!
Os sorrisos, os acordes, os comuns e os incomuns.
À alturas a fio em que se vêem pessoas mas os acenos nunca se sabem existir de facto.
Os sorrisos, os acordes, os comuns e os incomuns.
À alturas a fio em que se vêem pessoas mas os acenos nunca se sabem existir de facto.
sábado, 5 de maio de 2007
Tarde de... SANTANA!!!
É certo que faltam as entoações mais sentidas da geração "riviera-médica" mas aqui fica o momento que, recebe ano após ano um novo grupo de realizados vermes...acompanhando-os depois ao cabo de 6 belos anos!
sexta-feira, 4 de maio de 2007
terça-feira, 1 de maio de 2007
Na terra dos sonhos
na terra dos sonhos ou no fundo dos devaneios de uma mente meio adormecida, liberta de super-egos e normas morais, conceptualizam-se realidades quase exequíveis. Já experimentaram?
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